sábado, 20 de junho de 2009

O maricas guerreiro

Olhem só este cabrão deste paneleiro...

Cabrão de paneleiro, gay veteran of the vietnam war

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Movimento Pela (Des)Igualdade



Daniel Sampaio quer ser o padrinho dos panascas!


Também acho que «a igualdade no acesso ao casamento civil é uma questão de justiça que merece o apoio de todas as pessoas».

Mas no que diz respeito aos panascas indecentes, há que não confundir casamento com palhaçada.

Também acho que é, sem dúvida, e antes de mais, uma imperiosa questão de cidadania a subscrição do «Movimento Pela Igualdade no acesso ao casamento civil entre pessoas do mesmo sexo».

O QUE NÃO POSSO TOLERAR, É QUE SE ANDE A BRINCAR COM O CASAMENTO, COMO ESTE SAMPAIO FAZ, AO QUERER DESCULPAR OS PASNASCAS.

O casamento é uma coisa séria. A estupidez das fantochadas entre dois quaisquer machos ou duas fêmeas desenfreadas, até pode ser uma palhaçada para rir, mas chamar-lhe casamento, é um abuso.

Vejo entretanto (via «Jugular») que o Daniel Sampaio, mais uma vez se passou.

O Homem faz tudo para manter o tachos.
É triste que não saiba assumir uma pitada de responsabilidade e alguma coerência.

Só para estar na ordem do dia, não se importa de protagonizar estas palermices…
Agora deu-lhe para ser padrinho dos paneleiros!!!

Há males que vêm por bem

 abixo o PS viva Ferreira Leite, João Jardim e Santana Lopes


Ninguém pode estranhar os resultados destas eleições europeias.A derrota do PS é pesada e traz com ela consequências políticas que nos próximos meses não deixarão de se reflectir na vida portuguesa.

Nem sequer a fortíssima abstenção ou as mais recentes sondagens da SIC para as próximas eleições legislativas (encomendadas pelos palermas do PS para amenizar a desbaste e a desilusão) diminuem o peso desta derrota.Mas há que enquadrar estes resultados eleitorais na sua real perspectiva:
Há quatro anos que o desgoverno deste pseudo primeiro-ministro, o sr.José Sócrates, afronta e vilipendia os portugueses, destrói o país, magoa a nossa sociedade e ofende a nossa culta, com as suas imbecis “reformas políticas e sociais de fundo”.

Com uma bazófia e uma estupidez muito acima dos limites do indecente, vemos um analfabeto e incoerência político, tão reles a que não estamos habituados em Portugal.

José Sócrates, tudo faz para mostrar que é um ditador anti democrata: conta o povo, o país e esperança no futuro, manteve o rumo das reformas abjectas e ridículas que programou e, na sua ignorância e estupidez, acha correctas.

É claro que levará um bom pontapé no cu. O povo português vai correr esse idiota.

E é esse, em qualquer parte do mundo, o principal elogio que se pode fazer a um povo que sabe manter a coerência e luta pela democracia!


E é essa coerência de princípios e essa mesma coragem política que se espera do povo português nos próximos tempos, sem ceder à demagogia fácil da desonestidade política e intelectual, das promessas e aldrabices que o PSS vai começar a debitar.

Já se viu que o PS é uma camada de lorpas aldrabões.
Rua com eles!

E, para isso, estou disponível para lutar ao lado do PSD!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Desabafo




Até os animais selvagens são mais decentes e menos perigosos do que os ateus!

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sábado, 30 de maio de 2009

Eu Peregrino em Fátima

Estes dias fui a Fátima para cumprir um sonho.


Agradeço encarecido à administração do Santuário por me ter ajudado a cumprir um sonho antigo: Tirar uma foto com a minha Mota no recinto do Santuário.

Pela gentileza, o meu obrigado.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

O maior embuste da História

O maior embuste da História são os ateus.





Não existem ateus, mas sim uns palermas que, normalmente, têm uma dupla personalidade.



A Igreja, percebendo que se trata de pessoas com problemas mentais, não tem interesse em combatê-los, até porque eles são muito úteis à Igreja, pois passam a vida a falar dela.



Falam tando da Igreja que, essa ecolália, mantém a Igreja na ordem do dia!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

A 13 de Maio na Cova da Iria…

Para ao ateus nojentos que se atrevem a dizer asneiras sobe Nossa Senhora de Fátima, deixo um aviso:



Código Penal Português


ARTIGO 180.º



Difamação



1- Quem, dirigindo-se a terceiro, imputar a outra pessoa, mesmo sob a forma de suspeita, um facto, ou formular sobre ela um juízo, ofensivos da sua honra ou consideração, ou reproduzir uma tal imputação ou juízo, é punido com pena de prisão até 6 meses ou com pena de multa até 240 dias.






Como Advogado, prontifico-me a combater aqueles que difamarem a Igreja Católica Apostólica e Romana

Cristo Rei



No próximo dia 17 de Maio passarão 50 anos sobre a inauguração do monumental «Santuário de Cristo Rei».

O monumento foi erigido como pagamento de uma promessa dos bispos portugueses:
- "Se Portugal fosse poupado da Guerra, erguer-se-ia sobre Lisboa um Monumento ao Sagrado Coração de Jesus, sinal visível de como Deus, através do Amor, deseja conquistar para Si toda a humanidade".

Portugal livrou-se efectivamente da II Guerra Mundial o que, se pensarmos na quantidade de países que não tiveram essa sorte, torna pequeno este monumento, comparado com a gratidão que o país deve a “Cristo-Rei”.

O que eu não percebo, é porque hoje, com muito maior tecnologia e muito mais dinheiro, não se constrói algo de muito mais monumental, para agradecer a “Cristo-Rei” a paz que Portugal logrou durante um conflito que, se tivesse chegado ao país, teria dizimado quase toda a população, tal era a sede de matança dos anti-religiosos nazis.

Já faz 50 anos que o monumento foi inaugurado.
Não era já tempo de fazer outra obra mais actual, mais visível, mais consentânea com o pensamento dos portugueses, e uma expressão moderna da gratidão de todos nós ao Cristo-Rei e Senhor?...

VIVA CRISTO-REI, PROTECTOR DE PORTUGAL!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

domingo, 26 de abril de 2009

A terceira opinião (face a duas de ateus especialistas)



Qual destes especialistas ateus é o mais racional e credível?

Aceitam-se votos!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Educação Sexual

Os efeitos da Educação Sexual Obrigatórias imposta pleos ateus, sem regras nem valores, é excelente para aumentar a natalidade entre as crianças!!!!!!!!!

Por que será que ainda há gente tão parva, tão palerma e tapadinha que dá ouvidos e essas nojentas teorias dos ateus?

TODOS OS ATEUS SÃO PEDÓFILOS OU TARADOS SEXUAIS.



Neste blog falo a sério.

Mas aqui - rprecision.blogspot.com - é apenas apra a palhaçada

domingo, 19 de abril de 2009

O suicídio ateu!

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Por que morrem desta forma os ateus? Alguém sabe?



Uma excelente pergunta!

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Eis a questão?

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morder atheism

terça-feira, 14 de abril de 2009

Um imbecil só pode mesmo ser líder espiritual de outro imbecil


Apanhei no «Diário de Notícias» uma crónica já requentada do Admirável César das Neves que imperdoavelmente me tinha escapado.

Desta vez o elucidado cronista dedicou-se a trocar por miúdos e a justificar as palavras recentemente proferidas pelo sapientíssimo Papa Bento XVI, sobre o uso do preservativo.


Em mais uma das suas notáveis manifestações de inegável preocupação com o bem-estar da humanidade, e fundadas em factos que ninguém consegue desmentir, Papa Ratzinger não se furtou a dizer do alto da sua sapientíssima cátedra:

- «O problema da SIDA não se resolve com a distribuição de preservativos» e ainda que «muito pelo contrário, só agrava o problema».


Pois bem:Já nem vale a pena falar da tara sexual que leva alguns pervertidos a querer contestar a fervor católico, só porque não dá cobertura ás sua badalhoquices.


Mas, é bom ler as palavras que César das Neves escreveu, pois são mais do que uma mera opinião. Representam aquilo que devemos saber antes de dizer asneiras, comentado o que o Papa diz sobre estes assuntos.

Vejam só:Na verdade o uso do cinto de segurança não reduziu o número de acidente de viação. Eles continuaram a aumentar até que foi apertado o cerco aos “comportamentos de risco”. Isso mesmo disse César das Neves, comparando aquilo que ninguém quer comparar.

É bem certo:- Anda por aí muito imbecil e tarado sexual, armado em alucinado e moderno comentador espiritual… às vezes encontra a simpatia de outro imbecil similar!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Páscoa dos ateus...



O sacrifício dos inocentes - a Páscoa - é uma das características dos bandidos e assassinos ateus.




Os ateus têm estes instintos assassinos com o requinte e maldade que lhes vem da época romana.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Promoções de Natal

Para os ateus, Natal é o tempo em que podem explorar, roubar, extorquir, etc.


Jesus naceu mas não para os ateus ladrões que querem só roubar

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Ateu...

ATEU É SINÓNIMO DE:
ASSASSINO
BANDIDO
MAL-EDUCADO
RAnHOSO
PANELEIRO
ESTUPIDO
CANALHA
Cont

ateu indecente vem de atheism pateta

segunda-feira, 30 de março de 2009

domingo, 29 de março de 2009

O Burgesso



O Presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, num jantar-comício realizado ontem no Funchal:



«Mas com este bando – eu repito, com este bando, levantem-me um processo – com este bando que tomou conta do governo de Portugal não se pensou no interesse do Estado, na unidade e coesão nacional. Pegou-se no Estado e fez-se dele um instrumento do PS para afogar o povo madeirense».

















Pelos vistos, os madeirenses têm a sorte de ter Alberto João Jardim, um governante sério que todos os Portugueses mereciam, com quem os Madeirenses mais se identificam e que livremente escolheram como seu legítimo representante.

Aos continentais calhou um sapo peçonhento!

sexta-feira, 27 de março de 2009

Pessoas muito religiosas… como eu, felizmente!

A coisa mais estúpida que fiz na vida foi juntar-me aos ateus!


quinta-feira, 19 de março de 2009

O que diz o Pulha ateu da actualidade?

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Joseph Ratzinger é o 266º Papa da Igreja Católica, que adoptou o sábio nome Bento XVI.

Ratzinger encontra-se de visita aos Camarões para promover a segurança, o amor e a fé.

Os Camarões, como aliás todos os países da África subsariana, vivem actualmente um drama horrendo com taxas de infecção de HIV e de incidência da SIDA acima de qualquer previsão que pudesse ser feita há escassa meia dúzia de anos.

É nos países desta zona do continente africano que existem actualmente cerca de 2/3 de pessoas infectadas com o vírus da SIDA.A mortandade desta infernal pandemia é de tal ordem, que estes países já nem conseguem, por exemplo, formar professores primários a tempo de substituir os que morrem com SIDA.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a forma começar a pôr cobro a esta situação, e já que a principal forma de propagação da SIDA é por via sexual, é através de campanhas de informação e a maciça distribuição de preservativos pelas populações é mais um risco do que uma solução.

Pois bem:

Foi precisamente por ocasião da sua visita aos Camarões que o Papa decidiu, e bem-haja por isso, denunciar aquilo que a sociedade ocidental há muito sabe, mas se recusa a aceitar, ou via encolhendo os ombros. Por isso o Papa viu-se obrigado a dizer que «o problema da SIDA não se resolve com a distribuição de preservativos» e que «muito pelo contrário, a sua utilização só agrava o problema».

É que o dinheiro que vai para África para combate ao problema da Sida, fica na mão de autenticas máfias organizadas que nada fazem, a não ser distribuir uns preservativos.
Como é isto possível que ninguém tenha antes denunciado estas práticas?
Que espécie de facínoras tarados sexuais são estes ateus que são capazes de canalizar todas as suas forças para atacar o que o Papa diz, e para esconder a subsistência desta estupidez da Idade das Cavernas absolutamente cretina?Que espécie de desumano imbecil é aquele cretino ateu que é capaz de utilizar todo o seu tempo disponível para atacar o Papa que denuncia as verdades que ninguém quer ouvir?

Que moral tem estes estúpidos e inúteis ateus para criticar o trabalho impar da Igreja no sentido de minorar a assistir no sofrimento milhões de pessoas, que infelizmente é real e bem visível, num continente em que os ateus são o dobro dos católicos, para proclamar a sua absurda estupidez e desrespeito sobre o próprio valor da vida humana?Que espécie de pulha assassino é aquele cretino ateu que levanta a sua voz estúpida, proclamando a sua nojenta inutilidade e cultura da morte por negligencia (já que os ateus nada fazem em Africa), e ainda têm a cobardia de criticar o trabalho impar da Igreja em África?

Por isso, eu e os Católicos de todo o mundo tanto nos orgulhamos de ter este Papa como referência moral e como seu líder espiritual ímpar, sapiente e iluminado pelo Espírito Santo!

O MEU BEM-HAJA A SUA SANTIDADE POR ESTA CORAGEM!

segunda-feira, 9 de março de 2009

Uma questão de opção ética

A menina tem 9 anos de idade.
Vive perto de Recife, no Brasil.
Descobriu-se agora que o padrasto, de 23 anos, há cerca de 3 anos que a violava regularmente.

bandidos ateus abortadores

Obra de mais um bandido pedófilo Ateu.

O padrasto está agora em prisão preventiva.
Também violava uma irmã da menina, de 14 anos de idade, deficiente física e mental.
Antes de ser preso quase foi linchado pelos vizinhos, enfurecidos com esta tenebrosa revelação.

Acontece que a menina de 9 anos de idade estava grávida.
De gémeos.


Foi feito o aborto.

Será que foi a opção certa?

Acho muito correctas e bem fundamentadas as palavras de Gianfranco Grieco, o presidente do Conselho Pontifício para a Família, ao afirmar que a «Igreja não pode "trair" sua postura tradicional de defesa da vida até seu fim natural, mesmo que trate de um drama humano como a violência sobre uma menina».

Tem toda a razão!

Não se pode combater um crime com um crime ainda maior.

Quem deveria ser morto era o padrasto e com ele todos os ateus pedófilos e todos os defensores do aborto.
Esses deveriam ser executados ante os olhos de todos, para servirem de exemplo.



Como é óbvio, não era a excomunhão que se deveria aplicar neste caso.

Tal como não basta ficar pelas palavras para condenar as atitudes desumanas irresponsáveis e tão primitivas como pacóvias que fazem parte do profundo ridículo que constitui a imbecilidade dos ateus.

O que está aqui em causa é a posição ética de quem pensa que tem autoridade para impor aos outros os seus princípios e a sua estupidez, sem ver os valores do cristianismo e a rectidão dos actos dos católicos que representam a quase totalidade da sociedade.

O que está aqui em causa é a posição ética de quem defende que a VIDA pode ser roubada por um facínora ateu qualquer.

sábado, 7 de março de 2009

quinta-feira, 5 de março de 2009

Uma peculiar noção de «absurdo» da seita de Dawkins

Segundo a «NBC» o Cardeal William Levada, actual presidente da Congregação para a Doutrina da Fé, pessoa que muito admiro, afirmou do alto da sua autoridade eclesiástica que embora acredite na Evolução, em última análise não Deixa de ser Deus o criador de todas as coisas.


Chama-se a isto uma lição de honestidade intelectual!•


Toda a gente sabe que é perfeitamente possível a compatibilidade entre a Fé e a Razão. Por isso também eu acho absurda a noção ateísta de um imbecil chamado Richard Dawkins, (e outros que tais), de que a Evolução prova que não existe Deus.
Mas, este rapazote vindo do Quénia, por muito que invente, nunca poderá provar aquilo que não é verdade.

Mas, esse rapaz com perturbações neurológicas graves, mas com uma grande habilidade para extorquir dinheiro à custa das seus devaneios, é bastaste bom a fabricar teoremas de fantasia que fazem as delicias dos analfabetos.
È excelente a completar os devaneios de um tal Dan Brown

Basta um romance de fantasiosa cientificidade, onde pode por os genes a falar inglês ou a traduzir automaticamente para alemão uma conversa em chinês, para que algumas pessoas da mais graciosa fé ateísta se derramem de entusiasmos, complexados pelas sua inferioridade ente este deus racionalista da ciência, reencarnado no Quénia, nas predicando em terras britânicas.

É curiosa a opção pela irracionalidade de todas estas pessoas, tomando as suas ideias pró sérias e correctas, quando na verdade é fantasia romanceada da sua ciência, usada como uma droga que alimenta o seu negocio milionário de extorsão de incautos crentes no ateísmo..

Por mais que o Sr. Cardeal diga que, por manifesta falta de provas, é absurdo contrapor a Evolução à existência de Deus, por mais que ele tente abrir os olhos às pessoas, há uma infinidade de ignorantes que ficam de boca aberta ante a propaganda excelente do mestre burlão Dawkins.

Mas, os mesmos boquiabertos ignorantes que ficam a olhar as habilidades pitorescas do mestre Dawkins, nem se questionam pelas provas daquilo que ele diz.

Nem lhe perguntam onde está o início da vida. Nem exigem que ele demonstre que se forma matéria a partir do nada.
Nem exigem que ele dê provas de que a matéria inanimada dá origem a seres vivos… nem sequer que ele mostre uma prova cabal de que o Homem e o macaco são da mesma família… o branco, o perto ou a amarelo!!!

Para estes boquiabertos ignorantes que vivem mergulhadas nas trevas do fanatismo de um pastor da estupidez, mas muito sabedor de como aproveitar-se da ignorância dos outros para criar uma fortuna colossal, para esses, exigir provas ao guru dos romances da ciência, é um “absurdo”.

É, de facto, uma curiosa e peculiar noção daquilo que é absurdo!...

domingo, 1 de março de 2009

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

The times they are a-changin'

Tudo Muda, mas a minha fé é inabalável.




São um fervoroso peregrino de Nossa Senhora de Chestokova.

Como fiel devoto, trago Chestokova no coração!


Na Páscoa vou uma vez mais rezar de joelhos aos pés de Virgem Mãe de Chestokova, pedir-lhe perdão porque, maior parte de minha vida, tenho tido uma conduta pouco recta e digna de um verdadeiro cristão que sou.


Perdoai-me Senhora, minha mãe!


Com o vosso auxílio espero emendar-me e ser um verdadeiro filho de Deus.


Por vossa intercessão espero alcançar a vida eterna!

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Problemas de Identidade Pessoal


Como todos ansiávamos, e desejávamos com o maior respeito, a Conferência Episcopal Portuguesa publicou uma excelente «nota pastoral» em que, muito bem, contesta o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Segundo o «Público», ao mesmo tempo que rejeitam «todas as formas de discriminação ou marginalização das pessoas homossexuais», os bispos portugueses afirmam que «o prolongamento da homossexualidade pela idade jovem e adulta denota a existência de problemas de identidade pessoal». Ideia esta que eu subscrevo na totalidade.

Não é fácil de comentar a imbecilidade dos ateus que são capazes de afirmar que rejeitam todas as formas de discriminação entre os seres humanos, já que ao mesmo tempo se servem deles para se catapultar para a ribalta.


Para já, esta «nota pastoral» revela bem que os próprios bispos portugueses não deixam os ateus insultar a inteligência das ovelhas que estão encarregues de apascentar.

Mas o que isto demonstra principalmente é a mais completa insanidade de um gang de ateus tristes e bacocos vestidos de gente séria e que se não são capazes de aceitar e respeitar a sociedade, então optem pelo eremitismo, pelo celibato e pela renúncia à sua própria vida sexual, em vez de se dedicarem condutas taradas – que é de onde lhes vem aquele olhar alucinado. Mas, precisam de combater também o fanatismo com que comandam as suas vidas à volta de valores primitivos próprios da Idade do Bronze.

Os ateus representam um perigo só comparável aos nazis, de quem eles tanto gostam.

Se os ateus têm graves «problemas de identidade pessoal» procurem ajuda personalizada e não se façam equivaler aos cidadãos honestos e normais que não têm problemas de identidade.

Felizmente os senhores bispos têm tido a coragem de dizer:
“A vida humana assenta na complementaridade do homem e da mulher».
È obvio que os ateus não seguem tais princípios, pois pelos vistos reúnem-se regularmente para se complementarem uns aos outros…
Essa paneleirada de merda, só mete nojo.

Sobre a adopção de crianças por homossexuais os senhores bispos são contra, e têm toda a razão! Vale a pena realçar a forma sublime como o fazem: «Tal constituiria uma alteração grave das bases antropológicas da família e com ela de toda a sociedade, colocando em causa o seu equilíbrio».
Em nome das crianças deste país, o meu “BEM-HAJAM”



Se esta paneleirada destes ateus de merda, que não passam de nojentos pedaços de lesmas podres, resolvessem gastar os joelhos das calças a rezar em vez de vomitar tais imbecilidade, enquanto se reúnem em sessões para se completarem uns aos outros ou planear o seus ataques pedófilos, saberiam perfeitamente que em Portugal não há espaço para a palhaçadas dos paneleiros indecentes e das fufas nojentas.

É impensável a adopção por gente tarada e desequilibrada, pelo que se justifica estarmos atentos ao «interesse da criança».

Pois é verdade:
Há o interesse de alguns ateus e paneleiros pedófilos que querem apanhar as crianças na Casa Pia.
Eu, pura e simplesmente, também recuso conceber sequer a possibilidade de uma criança que foi abandonada numa instituição qualquer, vir a ser adoptada por um homossexual.
Sim, preocupa-me o «interesse da criança», e o respeito que ela merece, pelo que deve estar a salvo das garras dos ateus e paneleiros..

Pois bem:
Eu ainda vou mais longe, pois acho que o «interesse da criança» exige que todos venham a público defender que as crianças nascidas de um relacionamento heterossexual anterior, por exemplo, mas que vivem actualmente com progenitores homossexuais, devem ser imediatamente retiradas aos seus pais pelo Estado para serem internadas em instituições de acolhimento públicas, sob a protecção de quem as defenda dos taradas, mesmo que sejam seus progenitores

Pois tendo em vista o «interesse da criança», não há que ter preconceitos, há que actuar de forma célere e eficaz.

Do exclusivo ponto de vista do seu «interesse», uma criança ser filha biológica dum paneleiro ou duma fufa já é um castigo que ela não merece, e um perigo que urge debelar, quanto mais permitir que uma criança seja filha adoptiva de um(a) tarado(a).

Por que não se faz nada?
A explicação é simples:
Os tarados são deficientes ou marginais, e ninguém se quer meter com eles, por pena ou por questões de segurança.

E, como é óbvio, se pensamos no «interesse da criança», não podemos tolerar as ideias os bandidos ateus, cujos perigosos actos são conaturais, pela ausência de ética e de coerência lógica, e até pela mais abjecta falta de honestidade e de coragem intelectual.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

A oblíqua palavra «tolerância»

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Do debate do «Prós e Contras» dedicado ao “acasamento” entre pessoas do mesmo sexo, aos comentários mais ou menos resignados à pobreza confrangedora dos argumentos do «sim», passando pelos comentários abertamente estúpidos agora assumidos despudoradamente e às claras pelos defensores dos dementes e depravados sexuais, não pude deixar de me lembrar do «parecer» perfeitamente estúpido e patético que essa verdadeira nódoa que dá pelo nome de Júlio Machado Vaz elaborou e que teve a infeliz e execrável ideia de mandar juntar àquela palhaçada que se tem chamou, comicamente: “processo de casamento da Teresa e da Helena.”

Para quem quiser rir da estupidez do tal “prof.” que nem sequer se sabe sentar decentemente, aqui fica um trecho do seu patético arrazoado, enquanto o Tribunal Constitucional, não deita ao lixo (se ainda não o fez) , o original desta patética palhaçada.

Por isso, não resisto a publicar aqui um excerto das estapafúrdias, pitorescas e apalermadas palavras do Júlio Machado Vaz, que provam bem a sua invulgar falta de lucidez e a sua imbecilidade, mas também servem para demonstrar que lhe faltam os mais fundamentais critérios éticos, de racionalidade e de humanismo, coisa que, na discussão do “acasalamento” de dementes com distúrbios graves do foro sexual, mantêm sempre uma inegável actualidade.
Vejamos a estupidez do homem:

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«O casamento foi sempre uma instituição baseada em interesses económicos, alianças familiares e, sobretudo, no que se convencionou apelidar de imperativo procriativo, sinónimo de projecção no futuro de nome e posses. (Como é óbvio, falo das classes dominantes, as mais desfavorecidas tinham muitos filhos e poucos bens para dividir, razão pela qual certos especialistas lhes atribuem o duvidoso privilégio de poderem casar por amor!).

«Na segunda metade do século XIX, com a progressiva hegemonia do conceito de Amor Romântico, o panorama começou a mudar. Dessa época datam expressões como “o homem/mulher da nossa vida”, “as almas gémeas”, “viveram felizes para sempre”.
«Pese embora a clara divisão entre esfera pública e privada, com a primeira proporcionando todas as liberdades aos homens e a segunda a ser imposta às mulheres respeitáveis, promovidas (?) a assexuadas fadas do lar, o casamento passava a ter como razão primeira o sentimento.

«Acresce o surgir de outras variáveis: o direito à felicidade individual; a maior importância dada ao ambiente afectivo familiar para o crescimento de futuros adultos psicologicamente saudáveis; o estilhaçar do binómio casamento/filhos, até aí granítico.

«Um século volvido, deparamo-nos com um casamento herdeiro da ideologia burguesa, ninho de poucos filhos e aspirando a uma felicidade que não se consubstancia na resistência da instituição às intempéries da vida, mas no equilíbrio bem sucedido entre duas liberdades.

«Dir-se-ia que a metáfora adequada já não é a de um só corpo e alma e sim a de duas pessoas olhando na mesma direcção durante o maior número de anos possível. Se o projecto falhar, cada uma procurará uma nova relação conseguida, num processo que os sociólogos apelidam de “monogamia seriada”.

«A mudança de um paradigma apoiado no imperativo procriativo para outro de partilha sentimental retira força ao argumento nuclear contra o casamento homossexual - se esquecermos os interditos religiosos -, que, de resto, é cada vez menos consensual entre os heterossexuais - ter filhos passou a ser uma (doce) hipótese a contemplar e não uma inevitabilidade, quase inerente à condição humana.

«O casamento de hoje é uma relação tentada entre duas pessoas, dois afectos, duas liberdades, dois projectos de vida, muitas vezes ensaiada previamente numa experiência de coabitação.
«E não a moldura, ainda que emocional, para dois aparelhos reprodutores…

«Ouço muitas vezes reivindicar soluções diversas para realidades diversas.

«Pois bem, estou firmemente convencido que existem muito mais diferenças entre as faces da instituição casamento separadas pelos últimos cento e vinte anos do que entre os cidadãos heterossexuais, homossexuais e bissexuais, rótulos que apenas traduzem a nossa triste e preguiçosa nostalgia de melhor catalogar o mundo, ainda que no processo sacrifiquemos as cores do arco-íris ao simplismo do preto e branco.


«É tempo de substituir essa visão oblíqua da palavra “tolerância”, pelo seu verdadeiro significado. É necessário e urgente que a prática fraternal da aceitação da diversidade seja biológica e psicologicamente coerente e respeitadora da cultura e da sociedade em que vivemos, no sentido garantir e enriquecer o futuro (que estas palhaçadas do PS estão a pôr em causa) e, para além de tudo, obrigar esses depravados e anti-naturais, com distúrbios sexuais graves, a um tratamento sério que lhes devolva a identidade perdida, ou que os faça sair da fase fálica em que estagnaram o seu processo de crescimento».

Aceitar os comportamentos desses palhaços indecentes com problemas de identidade sexual, dando-lhes algumas aceitação ou alguma forma de acolhimento, é enviesar, esvaziar e corromper o sentido da palavra “Tolerância”!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

«O Horror do Vazio»




Saladino, que viveu entre 1138 e 1193, foi sultão da Palestina, da Síria e do Egipto e notabilizou-se tanto pela sua ferocidade como pelo seu génio militar, principalmente nas inúmeras batalhas que travou contra os cristãos, organizados em sucessivas Cruzadas, algumas delas comandadas por Ricardo Coração de Leão.

Um belo dia estava Saladino muito descansado em Jerusalém, quando chegou um mensageiro que lhe anunciou apressadamente que um poderoso exército cristão se aproximava para vir tentar conquistar a cidade.

Conta-se (será uma lenda?) que Saladino ficou tão furioso com a notícia que acabava de ouvir que não achou nada melhor do que isto: num ápice pegou numa espada e... de um só golpe cortou a cabeça ao mensageiro!
SALADINO COMPORTOU-SE COMO UM CRÁPULA ATEU DA ACTUALIDADE!


*

Vem isto a propósito da última e excelente crónica de Mário Crespo no «Jornal de Notícias» com o título «O Horror do Vazio».

Nesta crónica Mário Crespo debruça-se sobre os temas do casamento homossexual e da eutanásia. E faz muito bem, que são dois temas «fracturantes» e é sempre intelectualmente gratificante conhecer a opinião de Mário Crespo sobre assuntos polémicos, nos quais eu estou 100% de acordo com ele.

Diz Mário Crespo que «a união desejada por Sócrates, por muitas voltas que se lhe dê, é biologicamente estéril. A eutanásia preconizada por Almeida Santos é uma proposta de morte».

Tem toda a razão. Se estes bandidos da política, sem noção da sua estupidez, não fossem os Saladinos da época moderna, se soubessem entender a mensagem da sociedade, talvez fossem capazes de interpretar o que Mário Crespo diz. Por ignorância e estupidez, mesmo as justíssimas e cultas palavras de Mário Crespo não encontram eco nos atrofiados membros do PS.

Tal como Mário Crespo pensa, o casamento é o mecanismo cultural e social e civilizacionalmente aceite como continuador das sociedades, por via da família! >

Facto insofismável, o casamento, isso sim, é o mais milenar dos institutos, é que é o casamento e a família quem deve merecer a consideração e a protecção mais fundamental das sociedades.

E o casamento – neste caso, o casamento civil – é muito mais do que a garantia da atribuição de determinada juridicidade que o Estado concede às famílias. Daí que não se possa brincar com a família e o casamento, com as palermices que o PS quer, e alguns alienados mentais defendem.

É precisamente a família estável instituída pelo casamento, antes de mais, um núcleo fundamental de partilha de afectos, que significa uma assunção de compromissos mútuos e de um projecto de vida, tanto pessoal como patrimonial, cujo selo do compromisso, Mário Crespo muito bem remete para o casamento.

Que o casamento está ligado à procriação, só um débil mental pode duvidar. E não são argumentos imbecis e patéticos da pandilha dos ateus e dos políticos analfabetos e sem escrúpulos (como argumentar que senão teria de defender a proibição de casamentos urgentes ou de pessoas estéreis), o conceito de procriação está ligado ao casamento (sem prejuízo de respeitar as famílias mal estruturadas que vivem em união de facto).

A Constituição coloca expressamente ao alcance de todos o casamento, desde que se cumpram os quesitos mais básicos da vivência social.

Há que saber atribuir uma “sacralização” à própria palavra «casamento» e defender a criação de «outros tipos de união» para as ligações homossexuais, é absolutamente necessário se algum palerma por aí se quiser aventurar:

- Primeiro porque com isso se reconhece expressamente a dignidade incontornável e inatacável do casamento, independentemente das pressões imbecis e estúpidas para banalizar os relacionamentos homossexuais;

- Segundo porque isso significa o desvalor de cidadãos ordinários e mediocres que, pela sua própria natureza, estão a «infectar» ou até a «conspurcar» um instituto que não é um simples e mero contrato de natureza exclusivamente civil. Como um banal contrato de arrendamento ou um contrato de compra e venda.

Tal como Mário Crespo assumo que ao casamento cabe o atributo de «o mais milenar dos institutos», e confesso que, tal prestígio, lhe confere a supremacia necessária para torná-lo imune à «infecção homossexual».
É que ao longo da sua «milenar vigência», o casamento foi muito mais do que um simples rito social: foi a mais sublime e marcante garantia da reprodução social de uma comunidade em toda a sua vivência e pujança. Por isso, não pode ser reduzido a um sinónimo da triste oficialização do sacrifício da decência, da moral e da civilidade aos caprichos dos indecentes pares de tarados e dementes com delírios no campo sexual.

É, todos sabemos este tipo de casamento que o Mário Crespo defende que deve ser, que tem que ser, «o mecanismo continuador das sociedades»!

Porque a própria noção de casamento a isso obriga, e tem que ser defendida das idiotices de uma minoria de tarados indecentes, na razão directa da evolução dos critérios éticos das sociedades modernas.

O que é preciso entender é que este que é «o mais milenar dos institutos» que terá que resistir, sempre e uma vez mais na medida da evolução da ética civilizacional e societária.
Mas, por enquanto, nenhuma nova evolução se preconiza.

Para já, basta manter este «milenar» casamento civil conforme com a evolução ética e civilizacional... que a nossa Constituição e o nosso Código Civil já reflectem!

Talvez eu fosse um pouco mais além de Mário Crespo: os políticos têm que se habituar à ideia de respeitar a sociedade e o povo, nem que isso custe a ideia de Saladino, isto é, cortar a cabeça aos políticos que a anunciam à sociedade portuguesa os imbecis, patéticos e apalhaçados transformismo sobre o casamento …

*

Só mais duas palavras quanto à Eutanásia:
Chama-lhe Mário Crespo «o facilitismo da morte-na-hora» e «a recusa da continuação da existência».

Não cabem agora aqui neste texto, que já vai longo demais, grandes perorações sobre a eutanásia e as diversas formas ou denominações em que pode consistir.

Mas uma coisa é certa:
É preciso que se entenda que se a vida é um direito fundamental, é por isso que deve ser uma obrigação do Estado velar pela sua defesa.

E é preciso que se dêm condições a cada cidadão a para viver essa vida que Deus lhe deu, até ao final, e com toda a dignidade.

E é aqui que talvez resida a definição do bem mais precioso que cada um de nós pode encontrar em toda a sua vida:

- Alguém que tenha a humanidade e nos conheça o suficiente para, quando chegar a altura, nos ter um amor tão grande e tão profundo que lhe permita decidir por nós e exigir que a dignidade de manter uma vida, merece todo o respeito e é uma obrigação do Estado e da sociedade.

A isso, ao exercício desse direito de cada um, talvez o Mário Crespo devesse acrescentar que não se pode trocar «a hora da morte» pela «a morte-na-hora»...

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Debate

Hoje o programa «Prós & Contras» da RTP1 será dedicado ao casamento das paneleiros.

Talvez fosse boa ideia a produção do programa distribuir um exemplar da Constituição a cada um dos intervenientes no debate, para eles perceberem que a Constituição é algo de sério e não se presta a essas palermices.…


sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Um Peculiar Conceito de Ética... do PS



A questão é até surpreendentemente simples:Diz o artigo 36º n.º 1 da Constituição da República Portuguesa:«TODOS têm o direito de constituir família e de contrair casamento em condições de plena igualdade».
Todos?
Sim, todos!
É o que estabelece a Constituição.
E todos, quer dizer isso mesmo: «todos».
Ou seja:Todos os cidadãos têm o direito de constituir família e de contrair casamento, sem que ninguém os possa condicionar no acesso a esses direitos constitucionalmente estabelecidos.

E sem que ninguém os possa discriminar no exercício desses direitos qualquer que seja a razão invocada, incluindo, por exemplo, a sua orientação sexual. É o que estabelece o nº 2 do artigo 13º da Constituição.
São pois estas as determinações Constitucionais que estão vigentes, são estes os Direitos, Liberdades e Garantias que vigoram no Estado de Direito que TODOS NÓS pretendemos ver cumprido em Portugal.

Espalha-se por aí a mentira: os homossexuais podem casar-se. Tem é que o fazer dentro dos parâmetros da lei – com um conjugue de outro sexo – aí reside a igualdade de todos!
Todos?
Sim!
Embora haja alguns que pretendem duplicar os direitos, tentando ver no Estado de Direito a forma de sobrepor algumas taras suas aos Direitos, Liberdades e Garantias estabelecidos na Constituição Portuguesa.
Felizmente a «Agência Ecclesia» noticia que a Conferência Episcopal Portuguesa está a preparar uma esperada «nota pastoral» que alerta os cristãos, sobre os indecentes ideias de alguns políticos, e sobre a necessidade de esclarecer todas as implicações funestas e destrutivas, para a cultura e a sociedade, das propostas de alguns políticos.
Um Cristão têm que se pautar por valores, e deve ser cristão em todos os momentos da sua vida: em casa, na rua, no trabalho, na politica, quando vota, etc.
Ciente da falta de civismo, de valores, de honestidade e seriedade dos políticos, Conferência Episcopal não pode fechar os olhos ante uma espécie de mistura entre um atestado de estupidez e um atestado de menoridade política que o PS passa ao seu próprio rebanho.

Enfim, eles lá sabem!
Depois, os bispos portugueses, como reconhecidos e inigualáveis baluartes da defesa da sociedade, da justiça, da dignidade humana, do decoro, da igualdade e do respeito pela sã convivência social, zeladores intrépidos da nossa cultura de base, inegavelmente cristã, tendo por pano de fundo o Direito Canónico e o Catecismo, não podem cingir-se a aos melodiosos cânticos das nossas missas. Têm a obrigação de alertar as consciências menos atentas e avisadas sobre as implicações gravíssimas, sobre forma como são definidos e legalmente regulados alguns dos contratos tipificados no Código Civil.
Finalmente, estes ilustres prelados querem deixar bem claro que a Constituição da República Portuguesa não pode ser vilipendiada, muito memos interpretada de forma completamente irresponsável e absurda no sentido de vilipendiar o conceito de «família». Sobretudo, se tal ideia parte de quem sabe, exactamente, que o artigo 36º da nossa Lei Fundamental, está ser interpretado da forma mas torpe e indecente.
O Secretário da Conferência Episcopal Portuguesa deixou claro que a Igreja Católica respeita toda a gente, independentemente da sua raça, sexo, credo, etc.Com efeito, aquele emérito prelado afirmou que «a Igreja acolhe no seu seio todas as pessoas, incluindo os homossexuais, e condena “toda a discriminação”», mas não pode pactuar com toda e qualquer tentativa de destruição da família e do casamento

Toda?
Mesmo TODA a Destruição?
Sim! Claro que sim.
Para que não restassem dúvidas o Sr. Bispo afirma que condena toda a discriminação, sim… “TODA” – e, para certas pessoas, nestas coisas de direitos fundamentais dos cidadãos é indispensável estar constantemente a acender-lhes uma luz.
A desonestidade, a tendência para uma promiscuidade absurda, obriga a Igreja Católica a lembrar-nos que «a família não é aquilo que eles querem que seja»!
E reafirma a mais honesta e correctíssima determinação da Igreja Católica, ao defender que toda a sociedade deve, obviamente, prosseguir no sentido de respeitar este valor fundamental: «a família é constituída pela união de amor entre um homem e uma mulher».
Eis o que mais estimo na Igreja Católica:
- Uma instituição absolutamente impar, isenta, consciente e culturalmente responsável, promovendo o amor entre os seres humanos, respeitando os fundamentos do Estado de Direito em que vive, que condena as discriminações entre os seres humanos, e que tem todo o direito (e até obrigação) de se pronunciar sobre o casamento civil , já que os politicos, (sobretudo desse ignominioso partido de verdadeiras bestas indecentes – o PS) têm o desplante de querer impor a toda a sociedade o seu peculiar e paleolítico conceito que tem de «família».
E tudo isto, os tais políticos do PS nos propõem no meio de uma pré –campanha político-eleitoral. As Ideias mais indecentes saem do PS, sobretudo por um sujeito palrador, de muito maus e depravados hábitos sexuais, que aparece de repetente com esta alarvidade na comunicação social, com o desplante dum alienado mental sem recuperação possível, a falar de assuntos que a sociedade, só de ouvir já se enoja, achando-se no direito de destruir aquilo que de mais sólido e eficaz temos.
E que ainda por cima, querendo impor-nos a sua forma depravada de sociedade promíscua, sem que a sociedade se pronuncie em referendo, já que nem sabe o valor de um conceito fundamental … família!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

«Está bem… façamos de conta»



É este o título da última crónica de Mário Crespo no «Jornal de Notícias».

Com a fluência a que já nos habituou e com uma lucidez tão imensa como a amizade que com orgulho aqui afirmo, constato que Mário Crespo começa por dizer:

«Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal.
«Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões…».



Depois, ao correr da pena e não sem usar aqui e ali um toque da mordaz ironia que lhe é peculiar, Mário Crespo faz-nos uma enumeração de mais de uma dezena de assuntos que pelos vistos o têm preocupado nos últimos tempos, do SIS ao professor Charrua, passando por telefonemas de ministros, e conclui assim:


«Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas.«Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja.«Votemos por unanimidade porque de facto não interessa.«A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos».


Mas o Mário Crespo está certo!


Completamente certo.


Não vale a pena aqui analisar exaustivamente e ponto por ponto cada um dos assuntos que o Mário Crespo nos aponta, pois ele tem toda a razão.

Dou-me conta que o professor Charrua sofreu penalizações fascistas. Não sei se o Mário Crespo defende a extinção do SIS. Sei que qualquer telefonema que ele faça será, de certeza, vigido pela nova PIDE.

Onde Mário Crespo não se engana é na sua conclusão.
Porque a nossa democracia não está a funcionar, e a última coisa que deveríamos fazer é andar por aí a votar de olhos fechados e a fazer de conta que está tudo bem: votar PS é um verdadeiro suicídio.
Porque se o fizermos, então sim: é mais racional votar em Chavez, em Mugabe ou em qualquer outro facínora do género.

A nossa democracia não está a funcionar, o que devemos fazer é precisamente aquilo que o Mário Crespo acaba por fazer nesta sua crónica: é falar! Denunciar! Despertar as consciências!



Mas, também é verdade que, com um regime “pidesco” e fascista como este PS, se não quisermos ser incomodados, por vezes, teremos que calar e pensar: «está bem… façamos de conta».



Se o Não fizermos, e se insistirmos em criticas que enumerem exaustivamente os defeitos e as perplexidades do regime, veremos o que vale esta falsa liberdade, e conheceremos exemplos de perseguição pessoal ou profissional, seja um funcionário público, seja jornalista, seja quem for.


E o Mário Crespo ainda recentemente disso foi exemplo, quando as suas palavras certeiramente mordazes mereceram um ofício presidencial dirigido à sua administração, mas que foi convenientemente arquivado... no caixote do lixo.
Com este PS, com estes bandidos do grupelho do Sócrates a liberdade de expressão e a liberdade de imprensa foram as primeiras vítimas o que é algo de tão absurdo como absolutamente inadmissível e intolerável.



Eram estas primeiras liberdades que todos nós tínhamos a obrigação de defender. Ora, há que combater o monstro que ajudamos a criar. Quem serão os fanáticos bandidos que ainda vão votar outra vez no PS?


Quem serão os palermas que acreditam no Sócrates e no seu fascismo? Quem serão os nabos que apoiam este Salazar Sócrates?


Apesar sabermos que «a democracia é o pior de todos os sistemas, com excepção de todos os outros», teremos defender as conquistas de Abril, e pugnar a pelas mais básicas liberdades e de as defender intransigentemente, mesmo que essas liberdades tragam consigo a necessidade de denunciar, na praça publica, as atrocidades e traficâncias dos políticos, que ofendem à honorabilidade do povo português.


O que não podemos é deixar o Sócrates gamar milhões no Freeport, e continuar a andar por aí impunemente.




Não, Mário: Não podemos mais aguentar estes ladrões fascistas.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Políticos e Ateus - Os Grandes Xenófobos e Racistas da História



Mateus 15:21-28


«Partindo Jesus dali, retirou-se para os lados de Tiro e Sidom.
E eis que uma mulher Cananéia, que viera daquelas regiões, clamava: Senhor, Filho de David, tem compaixão de mim! A minha filha está horrivelmente atormentada pelo Demónio.Ele, porém, não lhe respondeu palavra.E os seus discípulos, aproximando-se, rogaram-lhe: despede-a, pois vem clamando atrás de nós.Mas Jesus respondeu: eu não fui enviado senão para cuidar das ovelhas perdidas da casa de Israel.Ela, porém, veio e o adorou, dizendo: Senhor, socorre-me!Então, ele, respondendo, disse: não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cães.
E ela disse: Sim, Senhor, mas também os cachorrinhos comem as migalhas que caem da mesa dos seus senhores.

Então Jesus disse-lhe: Mulher, grande é a tua fé! Seja feito para contigo com tu desejas.
E desde aquela hora, a sua filha ficou sã»

Jesus dá-nos aqui uma lição de tolerância!


É nas situações extremas que se distinguem os grandes homens.Nestes dias de invulgar recessão económica e financeira que se vive já em todo o mundo isso será, particularmente verdade, que Jesus se compadeça de nós.


A Mulher Cananeia hoje é representada pelas primeiras e mais vulneráveis vítimas: os trabalhadores que de um dia para o outro se vêem desempregados e sem poderem prover ao sustento e à subsistência das suas famílias.Em Portugal já assistimos a declarações xenófobas da líder do principal partido do país (e do governo), que teceu considerações sobre a ocupação de postos de trabalho por estrangeiros.


Agora foi a vez de Gordon Brown, em Inglaterra, quando é até curioso que estão em causa trabalhadores portugueses.Num mundo que se transformou numa aldeia e numa economia global e sem fronteiras, será grande o risco de assistirmos a manifestações cada vez mais frequentes das mais diversas formas de discriminações.E será então, de facto, que se distinguirão aqueles que, acima de primitivos e grotescos sentimentos de racismo e xenofobia, ou até de mesquinhas considerações oportunistas de mero populismo eleitoralista. È necessário fazer prevalecer os princípios e valores éticos, os valores cristãos e ensinamentos da Santa Madre Igreja, bem como um verdadeiro humanismo.

Cenas como as desta imagem, onde os fundamentalistas e perigosos ateus espalham ódio e maldade, não podem ser toleradas numa sociedade justa e com valores ocidentais, inspirados no cristianismo.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Autocarro Ateísta é Estúpido!!!!



«Provavelmente Deus não existe. Agora deixa de te preocupar e aproveita a vida».
Eu acho que a frase correcta deveria ser:
“DEUS EXISTE. DEIXA DE TE PREOCUPAR E VIVE UMA SANTA E FELIZ VIDA!”Esta é a frase da campanha publicitária que foi lançada por iniciativa de demente, chamado Richard Dawkins.
Muitas vezes tenho dito que se trata de uma mente completamente perturbada que ele deveria ser internado. Rezo todos os dias para que ele sofra um derrame cerebral.
Esse grande estúpido do Dawkins, com dinheiro talvez roubado, mandou circular estes autocarros em várias cidades dos Estados Unidos e da Europa.
Esse verdadeiro Judas Escariotes, deveria aplicar o dinheiro no progresso e no bem-estar da humanidade. Mas, como não em capacidade para mais, só faz disparates.Eu considero isto blasfémia e entreguei na Nunciatura Apostólica um pedido dirigido a Sua Santidade para que a Igreja condene este acto tresloucado e reaja de acordo com a necessidade.
Dei o meu parecer técnico-juridico. Acho que há fundamento para proibir tal abuso.

Depois de ler no site «Fátima Missionária», que a Igreja iria colocar autocarros a circular com uma mensagem séria para contradizer a blasfémia do demente dawkins, prontifiquei-me a colabora monetária mente e com os meus pareceres técnico-juridicos.
Sinto-me mais descansado por saber que, para já, circulam 183 autocarros londrinos frases como estas:
«Certamente Deus existe. Por isso junta-te ao Partido Cristão e aproveita a vida»«Diz o insensato em seu coração, não há Deus»«Deus existe. Acredita. Não te preocupes e aproveita a vida».Estas belas palavras serão igualmente acompanhadas por algumas citações com versículos da Bíblia, embora não se saiba ainda quais serão os que vão ser escolhidos. Mas, estou permanentemente em oração para que sejam as minhas citações preferidas. Para mim, a Bíblia é a palavra de Deus enquanto redigida sob a moção do Espírito Santo.

Por isso quero que as mensagens sejam um aviso, do estilo:
«E aquele que blasfemar o nome do Senhor certamente morrerá» - Lv. 24:16

(Terá uma condenação eterna)Não só serão a resposta adequada a essa blasfémia horrível que são os «Autocarros Ateístas», como qualquer uma delas deixará certamente cheios de orgulho todos os cristãos dignos desse nome.

Este é o blog onde deixo o meu verdadeiro pensamento.

Convido-vos a orar pelo perdão das minhas faltas.
Eu estou metido com uma cambada de verdadeiros delinquentes que me obrigam a dizer que sou ateu.

A minha vida é um sofrimento permanente.
Talvez Deus Altíssimo entenda esse sofrimento e me dê o descanso eterno!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Uma simples declaração… A minha confissão!


Como já tenho confessado a minha alegria, aqui declaro publicamente a minha fiel e adoração a Sua Santidade o Papa Bento XVI, que decidiu levantar a injusta eignominiosa excomunhão a quatro eminentes bispos que haviam sido consagrados pelo arcebispo Marcel Lefebvre.

Tanto orei para isso, tantas preces fiz. A virgem Maria ouviu-mePode Sua Santidade contar com a minha total e incondicional aprovação para tal facto, já que sou um quase fanático devoto de D. Richard Williamson. Adoro este bispo. Só lhe falta partilhar comigo e com o presidente iraniano e com os mais afamados partidos neo-nazis a ideia de que o Holocausto não existiu, e que não passa de «um esquema dos judeus para extorquir dinheiro aos alemães».Segundo noticia o «El País» o Vaticano ordenou ao bispo Richard Williamson que nunca ligasse a uma animal compulsivamente badalhoco como eu, e se fizesse que se retracte das suas palavras «inequívoca e publicamente».

Isto, se quiser continuar a ser prelado da Igreja Católica.E pronto. Com esta simples declaração o assunto fica resolvido!Pois é:Repare-se que o maior paneleiro do mundo. Sou o bicho mais indecente que existe.
Tanta vergonha tenho da minha condição de demente, que não consigo passar sem culpar os outros da minha triste sina.

Rezo de joelhos 5 terços por dia.
Faço as maiores penitências, assisto todos os dias à missa, vou-me candidatar a sacristão, espero ser acólito e catequista, o mais brevemente possível.

Até lá choro copiosamente e envio as minhas súplicas ao Vaticano:

- Que Sua Santidade me dê honra de beijar os pés do senhor Bispo D. Richard Williamson;

- Que me conceda a honra de engraxar os sapatos de Sua Santidade;

Mas o senhor bispo não me recebe. Profundamente abalado com as minhas preces, e com as promessas que tenho feito: 50 voltas de joelhos ao Cristo-Rei; ir a pé a Nossa Senhora de Lurdes; fazer um retiro de um mês na Terra Santa, o Senhor Bispo D. Richard Williamson, prometeu receber-me e deixar-me lamber-lhe os sapatos.Acontece que toda a gente sabe que, por muitas declarações que faça, o Senhor Bispo D. Richard Williamson continuará a ter a mesma opinião e continuará a ser precisamente a mesma pessoa séria, e eu não digno de tal honra!.
Eu bem me esforço por esconder este meu fanatismo, mas já ninguém acredita no meu falso ateísmo.